Terremoto atinge Califórnia na madrugada e prejudica vinícolas de Napa Valley

Um terremoto magnitude 6,0 atingiu a cidade de Napa, norte da Califórnia, por volta das 3h20 locais (7h20 no horário de Brasília) deixando ao menos 70 pessoas feridas –entre as quais, duas crianças e um adulto co gravidade.
O tremor –o mais na região em 25 anos– danificou prédios históricos, gerou incêndios em casas e causou um blecaute que afetou cerca de 42 mil pessoas na região. 
A região não sofria um terremoto tão grande desde 1989, quando mais de 60 pessoas morreram após o registro de uma atividade sísmica de magnitude 6,9.
Nesta tarde, o governador da Califórnia, Jerry Brown, declarou estado de emergência na cidade.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do tremor foi a cerca de dez quilômetros de Napa, que, por sua vez, fica a cerca de 75 quilômetros de San Francisco. 
Destruição dos prédios na Califórnia. Foto: Noticias UOL 

MAIS TREMORES
Desde o terremoto, foram registrados outros seis tremores de menor intensidade –o mais intenso foi de 3,5– na região, disse o USGS.
De acordo com o Sistema Sísmico do Norte da Califórnia há 54% de chance de um novo terremoto de magnitude maior que 5 afetar a região durante a próxima semana.
 
TERREMOTO NA CALIFÓRNIA PREJUDICA VINÍCOLAS DE NAPA VALLEY
  Vinicultores da região de Napa Valley, na Califórnia, se depararam com milhares de garrafas e barris quebrados, como resultado do terremoto do último domingo (24).
O tremor não poderia ter vindo em hora pior para a região, que acabou de começar a colheita de 2014.
"É devastador, eu nunca vi algo como isso", disse Tom Montgomery, vinicultor da B.R. Cohn Winery.
O epicentro do terremoto de 6 graus de magnitude que atingiu o norte da Califórnia –o mais forte dos últimos 25 anos– estava apenas 10 quilômetros distante de Napa Valley, principal produtor de vinhos do Estado.
A B.R. Cohn perdeu "quase 50%" de seu vinho, segundo Montgomery. A empresa vende vinhos que custam entre US$ 40 e US$ 100 a garrafa. "Perdemos não só bom vinho, mas nosso melhor vinho", disse. 
Prejuízo também nas vinículas de Napa Valley. Foto G1.com.br

Na Dahl Vineyards, em Yountville, uma pilha de barris estava a perigo de cair. Um barril contendo o equivalente a US$ 16 mil em vinho pinot noir foi perdido como resultado do terremoto. Os proprietários da vinícola tentavam salvar o resto usando uma empilhadeira.
Em regiões próximas, manchas de vinho tinto eram visíveis do lado de fora de uma loja, indicando que havia prejuízos do lado de dentro.
Conforme a distância ao epicentro do terremoto aumenta, vinícolas reportam estragos mais modestos. Em Oakville, a Silver Oak perdeu "algumas centenas de garrafas", segundo o porta-voz da marca, Ian Leggat.
Mesmo o vinho de barris que não foram destruídos no terremoto pode ter problemas, porque a bebida que está sendo envelhecida deve permanecer o mais estável possível, segundo Montgomery.
A região de Napa produz apenas 4% do vinho da Califórnia, mas seus rótulos estão entre os melhores do mundo. O Napa Valley gera US$ 50 bilhões em atividade econômica por ano, quase um quarto de indústria vinicultora de todo o país.
O terremoto agrava o que já vinha sendo um ano ruim para as vinícolas da Califórnia –o Estado enfrenta uma das piores secas em décadas
 
 
Fonte: Folha de S. Paulo. Mundo. 25/08/2014

Brasileiros refugiado!!!

Quando chegou ao centro de acolhida de refugiados em Milão, em 2008, o brasileiro Paulo Pavesi, 46, dividia sua "cela" com um nigeriano e dois paquistaneses.
O nigeriano, que era católico, fugira de seu país após muçulmanos fundamentalistas matarem sua mulher grávida. Foi para a ilha de Lampedusa de barco, com outros africanos. Os paquistaneses eram vítimas de perseguição da Al Qaeda.
Pavesi destoava –era analista de sistemas, de classe média, vindo de um país democrático e de grande tolerância religiosa.
Assim como Pavesi, outros 1.207 brasileiros vivem como refugiados no mundo. Segundo levantamento da Acnur (Agência da ONU para Refugiados), feito a pedido da Folha, os Estados Unidos são o país que abriga o maior número de refugiados brasileiros–679, e outros 110 aguardam a resposta a seu pedido. Em seguida vem o Canadá, com 175 (mais 73 à espera) e a Alemanha, com 163 (3).
A Itália, país escolhido por Pavesi, tem só 12 brasileiros.
O número de refugiados brasileiros é minúsculo se comparado aos de países que passam por graves crises humanitárias ou guerras civis, como Afeganistão (2,5 milhões) e Síria (1,9 milhão).
Mesmo assim, é surpreendente que mais de mil brasileiros vivam com status de refugiado. Segundo a Convenção de Genebra da ONU, enquadram-se nessa condição pessoas que temem, com fundamento, perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade ou opinião política, e que não possam voltar para casa. Parte-se do pressuposto de que o país de origem não tenha condições de proteger a pessoa.
O carioca Aluízio Ribeiro, 49, chegou ao Canadá em 2003. Veio de carro dos EUA. Assim que cruzou a fronteira, pediu refúgio.
Na papelada, Ribeiro contava que sua mulher havia testemunhado um crime cometido por um policial no Rio e que eles eram vítimas de perseguição. "Tínhamos medo de retaliação", contou.
O tribunal canadense entendeu que seu pedido era legítimo e concedeu a Ribeiro, sua mulher e duas filhas o status de refugiados.
Eles ganhavam US$ 1.600 (R$ 3.700) mensais do governo canadense, casa mobiliada e advogado de graça. A única obrigação era estudar inglês. "Você pode chegar com US$ 1 que você não morre de fome", conta Ribeiro. 

Com o tempo, eles se estabeleceram na cidade de Niagara Falls, em Ontário.
Hoje Aluízio é cidadão canadense e tem uma empresa de limpeza que emprega 60 funcionários. Dirige uma BMW e vai para o Brasil três vezes por ano."O sistema de saúde é bom e é grátis, e aqui não tem violência."
Ele afirma que agora está bem mais difícil para os brasileiros conseguirem refúgio. "Todos os brasileiros que entraram como refugiados na minha época diziam que estavam fugindo de violência –em alguns casos, era verdade, mas alguns inventavam."
Sérgio Santana, 47, foi um que inventou –mas sua história não colou.
"Estava mal de dinheiro, um amigo meu disse que era fácil conseguir refúgio. Inventei uma história de que tinha me envolvido em um acidente de carro em que uma pessoa morreu e que por isso estava sendo perseguido", disse. "Mas eles descobriram que era mentira."
Após ter o pedido negado, ele ainda ficou um tempo no Canadá estudando inglês. Depois voltou ao Brasil e hoje mora em Cabo Frio (RJ), onde trabalha numa barbearia.
Segundo Kristina Gasson, advogada especializada em refúgio nos EUA, os principais motivos apresentados pelos brasileiros são violência policial, ameaça de traficantes de drogas, discriminação racial (sofrida por negros) e ameaças a ativistas ambientais da Amazônia.
"Mas está cada vez mais difícil um brasileiro conseguir refúgio aqui; o Brasil está em ascensão, vai sediar a Copa, é duro provar que não consegue proteger seus cidadãos." 
  
Fonte: Folha de S. Paulo. Mundo. 19/01/2014

IDH 2014 - Brasil melhorar, mas muito lentamente

O Brasil melhorou sua posição no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), mas o ritmo de crescimento está abaixo da maioria dos vizinhos da América Latina e dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
Entre 187 países, o relatório das Nações Unidas coloca o Brasil na posição 79ª, uma acima do ranking anterior, ao lado de países como Geórgia e Granada. O indicador é elaborado com base em dados de saúde, educação e renda da população nacional. Quanto mais próximo de 1, melhor o desenvolvimento –em 2013, o IDH brasileiro foi de 0,744.
Assim, esse número leva em consideração uma expectativa de vida no país de 73,9 anos, 15,2 anos esperados de escolaridade, 7,2 anos médios de estudo (para população acima de 25 anos) e Renda Nacional Bruta per capita de US$ 14.275, ajustados pelo poder de compra.

Editoria de Arte/Folhapress
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Entre 2012 e 2013, o Brasil teve um avanço de 0,27% no índice (saiu de 0.742 para 0.744). Entre os Brics, apenas a Rússia cresceu em ritmo mais baixo que o brasileiro (0,13%). Entre os vizinhos, o desempenho do Brasil foi superior a apenas dois países - Argentina (0,25%) e Venezuela (0,13%).
De toda forma, o país é um dos destaques do relatório internacional. O programa Bolsa Família e a política de cotas nas instituições federais de ensino superior são elogiados no documento. A redução do trabalho informal e as políticas anticíclicas adotadas como resposta à crise financeira de 2008 também são mencionadas no texto.
"Uma outra forma de avaliar o progresso [dos países] é acompanhar o crescimento do consumo entre os 40% mais pobres de uma população. Por este ângulo, alguns países se saíram bem. Na Bolívia, Brasil e Camboja, o crescimento do consumo entre os 40% mais pobres tem sido mais acelerado do que entre o restante da população", afirma o relatório. 

"MELHORA CONSISTENTE"
Para Jorge Chediek, representante do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) no Brasil, o país passou por uma "melhora consistente das condições de vida das pessoas nos últimos 30 anos". Ele afirma que "através dos anos e dos governos" o Brasil teve uma "trajetória extremamente positiva".
"O Brasil só não está muito melhor porque, embora tenha feito muitas coisas nos últimos anos, o passivo histórico do país é enorme", argumenta.
Coordenadora do Atlas do Desenvolvimento no Pnud, Andrea Bolzon ponderou ainda que há uma "tendência mundial de desaceleração do crescimento do IDH. "Os campeões de crescimento nessa última década partem de uma situação extremamente deprimida do ponto de vista do desenvolvimento humano", disse ela, citando Etiópia e Burundi como exemplo.
Neste ano, dos 187 países avaliados, 114 mantiveram sua posição no ranking, 35 caíram e 38 subiram de posição –entre eles o Brasil.
Na América Latina e Caribe, a tendência se repete: dos 33 países, 19 se mantiveram, frente a 9 que caíram no ranking e 5 que melhoraram o desempenho (além do Brasil, Chile, Panamá, Suriname e Uruguai).

MUDANÇA DE METODOLOGIA
Assim como em anos recentes, as Nações Unidas fizeram ajustes à metodologia de cálculo do indicador. Com isso, se antes o Brasil aparecia em 85º no ranking de 2012, agora a posição ocupada naquele ano é 80º.
Entre as mudanças realizadas, está o peso dos indicadores que compõem o item educação no IDH. Agora, a média de estudos da população com mais de 25 anos e a expectativa de escolaridade passaram a ter peso semelhante. Até então, o primeiro elemento acabava predominando no cálculo.
"Os países emergentes diziam que essa forma de calcular não captava as mudanças mais recentes dos países. (...) O fluxo das crianças nas escolas está melhorando muito e a forma de calcular antiga não captava essas mudanças mais recentes", disse Bolzon.
O Brasil era um dos críticos ao modelo anterior –no ano passado, o governo federal fez duras reclamações sobre a captação de dados para composição do IDH nacional.

DESIGUALDADE AINDA É ENTRAVE
A desigualdade na distribuição de renda, saúde e educação entre os brasileiros continua a penalizar o desempenho do país no ranking. Levado em conta esse fator, o Brasil perderia 16 posições no ranking.
Se no IDH a nota do Brasil é de 0.744, o indicador cai para 0.542 devido à desigualdade. A distribuição de renda é o principal motivo para esse cenário, acima das diferenças para acesso à saúde e educação dos brasileiros.
Andrea Bolzon, no entanto, pondera que em anos anteriores a desigualdade era motivo de perda ainda maior. Em 2009, o desconto no IDH brasileiro devido a esse fator chegou a 27,7%, passando para 27,2% em 2011 e estabilizando em 27%.

Fonte: Folha de S. Paulo. Poder. 24/07/2014

Entenda o que é o BRICS

O Brasil sedia esta semana a VI Conferência de Cúpula dos Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Durante três dias, ministros e chefes de Estado dos países estarão reunidos para discutir o desenvolvimento da economia dessas nações. 
Imagem: Veja.com

 Veja abaixo perguntas e respostas e saiba quem é esse grupo:
O que são os Brics?
São países emergentes considerados subdesenvolvidos, mas que, nas últimas décadas, apresentaram um crescimento industrial alto. Pertencem ao grupo: Brasil, Rússia, Índia, China e, mais recentemente, África do Sul.

Como foi criado o termo?
Em 2001, o economista britânico Jim O´Neil formulou o acrônimo "Bric", utilizando as iniciais dos quatro países considerados emergentes, que possuíam potencial econômico para superar as grandes potências mundiais em um período de, no máximo, cinquenta anos.

A partir de 2006, o grupo passou a ser um mecanismo internacional, quando o Brasil, Rússia, Índia e China decidiram dar um caráter diplomático a essa expressão na 61º Assembleia Geral das Nações Unidas.

A África do Sul também participa?
Sim. A África do Sul foi incluída no grupo em 2010. Por isso, o grupo passou a ser chamado de Brics, com o acréscimo do "S", inicial do nome do país em inglês (South Africa).

Qual o potencial de crescimento do grupo?
Até o fim desta década, os Brics devem alcançar um PIB combinado de US$ 25 trilhões, segundo projeção do criador do termo, Jim O'Neill.

Há outros países com potencial de crescimento?
Sim. Após a recente desaceleração dos Brics, O'Neill identificou outros quatro países – México, Indonésia, Nigéria e Turquia – que, segundo ele, também podem se tornar gigantes econômicos nas próximas décadas.

Fonte: Economia G1.com

BRICS criam banco para o desenvolvimento

Durante a VI Conferência de Cúpula dos Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, foi anunciado o acordo que oficializa a criação do chamado Novo Banco de Desenvolvimento (NBD).
 

Veja abaixo perguntas e respostas e saiba como será esse banco:

Quem participa?
Os Brics - países emergentes considerados subdesenvolvidos, mas que, nas últimas décadas, apresentaram um crescimento industrial alto. Pertencem ao grupo: Brasil, Rússia, Índia, China e, mais recentemente, África do Sul.

Qual o objetivo dessa nova instituição?
O banco foi criado com o objetivo de financiar projetos de infraestrutura em países emergentes.

Como o banco foi criado?
O projeto do banco dos Brics vem sendo discutido desde 2012. No ano passado, em Durban, na África do Sul, os cinco países deram sinal verde tanto para essa iniciativa. O NBD foi criado à semelhança do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Qual será o capital desse banco?
O NBD vai ter capital inicial de US$ 50 bilhões, divididos igualmente entre os membros fundadores. Entretanto, esse valor pode chegar a US$ 100 bilhões. Os empréstimos também poderão ser concedidos a países emergentes fora dos Brics.
De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, os países terão prazo de sete anos para disponibilizar o valor, em parcelas crescentes. No caso do Brasil, o aporte virá de recursos do Tesouro.

Outros países poderão participar?
O acordo também permite que novos países se associem ao banco. Entretanto, os cinco fundadores deverão manter um mínimo de 55% de participação conjunta.

Quais serão as atribuições do Brasil?
O Brasil poderá indicar o primeiro presidente do Conselho de Administração do banco. Já a Índia terá o direito de indicar o primeiro presidente e, a Rússia, o presidente do Conselho de Governadores. A China venceu a disputa para sediar a instituição, que ficará em Xangai. A África do Sul vai sediar o Centro Regional Africano do banco.

Haverá rotatividade no comando?
Pelos termos do acordo, haverá rotatividade na presidência do banco. Depois da Índia, o Brasil terá direito a chefiar a instituição, seguido por Rússia, África do Sul e China. Os mandatos serão de cinco anos. A criação do banco precisa ser aprovada pelos Congressos dos países para sair do papel.

Quais são os desafios do NBD?
Por exemplo, evitar uma influência excessiva da China sobre o banco, segundo especialistas. O PIB chinês é maior que o de todas as outras economias dos Brics juntas e também é o que mais cresce – expandindo-se a uma taxa de mais de 7% ao ano.

Outro desafio será garantir que os projetos financiados por seus recursos realmente promovam "desenvolvimento".

Como é a economia de cada um desses países?
Veja alguns números com base na Publicação Conjunta com Dados sobre os Países do BRICS, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Brasil
PIB (2012): US$ 2,246 trilhões
PIB per capita (2012): US$ 11.171
Desemprego (2012): 6,1%
População (2013): 201 milhões
Capital: Brasília
Moeda: Real
Rússia
PIB (2013): US$ 2,096 trilhões
PIB per capita (2013): US$ 14.604
Desemprego (2013): 5,5%
População (2013): 144 milhões
Capital: Moscou
Moeda: Rublo
Índia
PIB (2013): US$ 1,726 trilhão
PIB per capita (2013): US$ 1.418
Desemprego (2012-2013): 5,3%
População (2011): 1,211 bilhão
Capital: Nova Delhi
Moeda: Rúpia
China
PIB (2013): US$ 9,185 trilhões
PIB per capita (2013): US$ 6.768
Desemprego (2013): 4,1%
População (2013): 1,357 bilhão
Capital: Pequim
Moeda: Yuan
África do Sul
PIB (2012): US$ 382 bilhões
PIB per capita (2011): US$ 7.810
Desemprego (2012): 25,1%
População (2011): 52 milhões
Capital: Pretória
Moeda: Rand

Fonte: G1.com. Economia

Escala Cartográfica - Exercícios



01 (UFRPE) Foram entregues a um grupo de alunos de uma Faculdade cinco mapas temáticos, em projeção cilíndrica, para servirem como material de apoio didático a um estudo populacional e socioambiental de uma determinada região brasileira.
Assinale a escala do mapa que apresenta condições de fornecer uma maior riqueza de detalhes.
a) 1: 1.000.000
b) 1: 100.000
c) 1: 600.000
d) 1: 500.000
e) 1: 250.000.

02 (UNIVALE) Em um mapa de escala 1: 3.000.000, quantos centímetros serão necessários para representar uma reta de 150 km reais? Assinale:
a) 20
b) 2
c) 50
d) 5
e) 0,2

03 (Mack-2006) Sobre um mapa, com escala 1:750.000, um geógrafo demarca uma reserva florestal com formato de um quadrado, apresentando 8cm de lado. A área da reserva florestal medirá, na realidade,
a) 3,6km2.
b) 36 km2.
c) 360 km2.
d) 3.600 km2.
e) 36.000 km2.

04 (UECE-2000) Considere dois mapas que representam a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) com as seguintes escalas:
Mapa 01 (1:50.000);
Mapa 02 (1:500.000)
Pode-se afirmar verdadeiramente que:
a) em ambos os mapas há uma representação cartográfica com grande riqueza de detalhes;
b) os dois mapas possuem o mesmo tamanho;
c) o mapa 02 apresenta riqueza de detalhes por ter escala grande
d) o mapa 01 tem maior tamanho e representa com maior riqueza de detalhes a área da RMF

05. (UEPG-PSS) Se, em determinado mapa, a distância de 250 km entre duas cidades é representada com 10 cm, qual é a escala desse mapa?
a) 1: 2.500
b) 1: 25.000
c) 1: 250.000
d) 1: 2.500.000
e) 1: 25.000.000

06 (AGFV) O professor de Geografia de Maria, que mora numa cidade do interior de Mato Grosso, solicitou que todos os alunos elaborassem uma representação do bairro onde moram.
A partir dessas informações, assinale a escala cartográfica que Maria deveria utilizar, considerando o tamanho da área a ser representada.
a) 1:100.000
b) 1:750.000
c) 1:1.500.000
d) 1:10.000
e) 1:250.000

07 (UFRN) Um professor de Geografia solicitou aos alunos que representassem, por meio de cartogramas, os resultados de um estudo sobre o bairro onde a escola está localizada. Foram colocadas à disposição dos alunos duas bases cartográficas com as seguintes escalas: cartograma 1 - escala de 1:25.000; cartograma 2 - escala de 1:500.000. Considerando que devem ser representados, no mapa, ruas, avenidas e outros componentes do bairro, os alunos devem utilizar o:
a) cartograma 1, porque a escala é maior e oferece a possibilidade de representação de mais detalhes.
b) cartograma 2, porque a escala é menor, possibilitando trabalhar com mais detalhes.
c) cartograma 1, porque a escala é menor, sendo ideal para trabalhos com pequenas áreas.
d) cartograma 2, porque a escala é maior, sendo ideal para representar mais detalhes de uma determinada área.

08. (PUCRS) Um cartógrafo, ao mapear um alinhamento montanhoso, precisou calcular a representação numa escala de 1:12.500.000. Observando outro mapa do mesmo local, percebeu que o alinhamento estava reduzido a 1,5 na escala de 1:10.000.000. Qual será a representação no mapa desse alinhamento na escala de 1:12.500.000, em cm?
a) 1,2
b) 1,5
c) 1,8
d) 12
e) 18

09. (UEM) Em um mapa na escala 1:1.000.000, três cidades brasileiras são representadas pelos pontos A, B e C. A distância do ponto A ao ponto B, localizado a leste de A, é 6 cm. Ao norte de A, localiza-se o ponto C, a uma distância de 8 cm. Assinale o que for correto.
01) A distância real entre as cidades representadas pelos pontos B e C é 100 km.
02) A distância real entre as cidades representadas pelos pontos A e B é 6 km.
04) As cidades representadas pelos pontos A e B se localizam em zonas climáticas distintas.
08) Se o clima na cidade em A é subtropical e o clima na cidade em C é tropical, então o Trópico de Capricórnio se localiza entre essas cidades.
16) As cidades representadas pelos pontos A e C estão localizadas entre meridianos distintos.

10. (UEM) Sobre a representação cartográfica da superfície terrestre, é correto afirmar que
01) nos mapas topográficos as curvas de nível representam as variações planimétricas do terreno, unindo os pontos com as mesmas equidistâncias.
02) mapas realizados em uma escala 1:1.000.000 são considerados mapas de escala grande, enquanto mapas com escala 1:10.000 são de escala pequena.
04) a medida de 5cm de distância entre duas cidades, em um mapa na escala 1:500.000, corresponde, na superfície terrestre, a uma distância de 25 km.
08) a posição de um lugar na superfície terrestre é dada pelos paralelos, que servem para indicar a longitude em relação ao Equador, e pelos meridianos, que indicam a latitude em relação a Greenwich.
16) a legenda serve para explicitar o significado dos símbolos e das representações gráficas utilizadas no mapa.

11.(UEG)
 No mapa do município de Anicuns, as distâncias em linha reta entre a sede do município e Choupana e entre Anicuns e Capelinha são, respectivamente, de 5,0 cm e 4,5 cm. Já a distância entre Choupana e Capelinha corresponde a 6,5 cm. Sabendo-se que a escala do mapa é de 1: 400.000, a distância real entre as localidades é de aproximadamente:
a) 18 km, 20 km e 26 km
b) 20 km, 18 km e 26 km
c) 20 km, 26 km e 18 km
d) 26 km, 18 km e 20 km

12. (UFRGS) Um geógrafo precisa representar uma porção da superfície terrestre de 10 km de largura por 20 km de comprimento numa folha de papel de 22 cm por 44 cm.
Qual escala permite representar de forma adequada e legível essa superfície numa folha dessas dimensões?
a) 1:10.000.
b) 1:25.000.
c) 1:50.000.
d) 1:250.000.
e) 1:500.000.

13. (UEM) Os mapas ou cartas são formas de representação cartográfica da superfície terrestre e dos diversos aspectos naturais, econômicos, demográficos, sociais que nela ocorrem, elaborados em diversas escalas. Sobre esse tema, é correto afirmar que
01) um mapa elaborado na escala 1:5.000.000 é considerado de grande escala, porque possibilita o detalhamento das informações.
02) as curvas de nível ou isoípsas, representadas em mapas, são linhas que unem pontos de igual altitude.
04) o mapa que representa a geologia é considerado um mapa ou carta base e o que representa a densidade demográfica é um mapa temático.
08) o mapa topográfico é uma representação planimétrica e altimétrica da superfície terrestre.
16) a escala do mapa indica a relação entre o tamanho representado e o tamanho real na superfície terrestre.