Brasil: Mortalidade infantil reduz mais de 70% em 30 anos

A taxa de mortalidade infantil despencou nos últimos 30 anos no Brasil, mas o país ainda tem muito a melhorar para chegar à taxa de países como China, Islândia e até mesmo do vizinho Chile, informou hoje o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Baseada pela primeira vez nos dados do censo 2010, a pesquisa sobre mortalidade infantil (morte entre crianças abaixo de um ano) mostrou que o Brasil evoluiu de uma taxa de 69,1% em 1980 para 16,7% em 2010, uma queda de 75,8%.
A última taxa de mortalidade baseado em um censo foi divulgado em 2003, com dados relativos ao censo de 2000.
"A taxa de mortalidade entre 1980 e 2010 caiu em todos os grupos de idade, mas, mesmo assim, ainda precisamos diminuir muito (a taxa) para nos aproximarmos da realidade das regiões mais desenvolvidas", disse o gerente do projeto da dinâmica demográfica do IBGE, Fernando Albuquerque.
A diferença entre as várias regiões do país também diminuiu em relação há 30 anos, mas o Nordeste continua liderando a taxa de mortalidade infantil, com 23 mortes em cada mil crianças abaixo de um ano, contra 97,1 mortes em 1980. A queda, de 74,1%, foi a maior entre as regiões em 30 anos.

Evolução da Mortalidade Infantil no Brasil


"São vários os fatores, como os programas de transferência de renda, de saneamento básico, aleitamento materno, pré-natal, programa de saúde da família. Todas as idades de todos os grupos ganharam com isso", explicou.
De maneira geral, a expectativa de vida do brasileiro aumentou 11,3 anos nos últimos 30 anos, com a média de vida passando de 62,5 anos em 1980 para 73,8 anos em 2010. A elevação dessa expectativa levou o IBGE a aumentar a tábua de mortalidade de 80 anos para 90 anos.
As mulheres continuam vivendo mais do que os homens, fenômeno que tem como causa a violência das regiões urbanas. A média das mulheres passou de 65,69 anos para 77,38 anos e dos homens de 59,62 anos para 70,21 anos no período de 30 anos.
Entre os Estados, Santa Catarina passou o Rio Grande do Sul, que em 1980 tinha a maior expectativa de vida do país. Por outro lado, o Maranhão piorou nos últimos anos e tomou o lugar de Alagoas como Estado onde a expectativa de vida é menor entre os Estados da Federação, agora o segundo pior.
Em Santa Catarina, a expectativa de vida pulou de 66,6 anos para 76,8 anos, enquanto no Rio Grande do Sul foi de 67,8 anos para 75,9 anos.
Em Alagoas, a expectativa de vida é de 69,2 anos, contra 55,7 anos em 1980, enquanto o Maranhão passou de 57,5 para 68,7 anos.
Segundo a pesquisa do IBGE, o maior extremo na expectativa de vida no país seria a comparação entre uma mulher que vive em Santa Catarina e um homem que mora em Alagoas, uma diferença de 15 anos.
"Esse diferencial [15 anos] poderia ter sido melhor se não fossem os óbitos violentos que acontecem mais entre a população masculina", disse Albuquerque.

Fonte: Folha de S. Paulo 03.08.13

53 comentários:

  1. Sem dúvida alguma, a boa notícia acima é consequência direta do processo de melhoria na qualidade de vida que o país (Brasil) está vivendo; graças a programas governamentais, tal como o Bolsa Família e o SUS, deve-se também ao fator econômico. Economia esta que vem se desenvolvendo com o passar dos anos. O efeito, portanto é o aumento da expectativa de vida e a queda da mortalidade infantil, que além de muito importante, salienta o processo que o Brasil está vivenciando, no qual, por exemplo, sua pirâmide etária de base estreita e topo delgado, está se invertendo. O momento atual mostra que além das melhorias, o país está com bônus demográfico, essa é à hora certa para se aproximar ao máximo “da realidade das regiões mais desenvolvidas”, como o citado por Fernando Albuquerque. Logo, isso não pode ficar apenas no “papel”, e sim, posto em prática. Juliana Moreira, 3º Chico Mendes, Colégio CEC.

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    1. Parabéns Juliana, análise completa.
      Abçs Prof. Carla

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  2. A boa notícia, com certeza deve-se a vários fatores decorrentes nos últimos 30 anos. Primeiramente, deve-se destacar o avanço da Medicina que proporcionou novos tratamentos para cura de doenças graves. Outro fator está relacionado com a estabilidade da moeda (Plano Real – 1994), que propiciou melhores condições econômicas da população. A qualidade de vida dos brasileiros melhorou muito, assim como a expectativa de vida. As melhorias proporcionadas pelo aumento da renda familiar, serviços de saúde e programas pré-natais oferecido pelo SUS, proporcionaram melhores resultados. Porém o Brasil ainda precisa melhorar muito para alcançar a média dos países desenvolvidos. Outro ponto destacável está diretamente relacionado com o aumento da PEA, gerando o chamado bônus demográfico. Além disso, a pirâmide etária do pais aumentou a expectativa de vida em até 90 anos. Apesar da ótima notícia, o Brasil ainda possui má administração, o que acaba prejudicando o aproveitamento do bônus demográfico, gerando entraves para o desenvolvimento do pais. Os resultados do IBGE, poderiam ser melhores, se houvesse melhorias na saúde, como a construção de hospitais, disponibilidade de medicamentos, UTI neonatal, entre outros fatores referentes tanto a saúde como em todos os aspectos (educação, segurança, transporte...), desse modo, a qualidade de vida aumentaria muito mais.

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  3. Com a melhoria na economia do Brasil podemos perceber que em apenas 30 anos a redução no índice de mortalidade infantil foi de 70 % um grande avanço, que ainda precisa melhorar muito para chegar perto das regiões mais desenvolvidas. Estes avanços são características que o governo esta tendo um investimento melhor na área da saúde, educação segurança, colocando mais hospitais em locais que há necessidades. E com vários projetos para melhorar a vida das famílias carentes brasileiras como o bolsa família e o SUS.
    Graça aos investimentos a expectativa de vida vem aumentando cada vez mais com um aumento de 11.3 anos passando há 73.8 anos, porem o governo precisa investir em uma segurança mais rígida para diminuir índice de óbitos por violência.Gabriel Vieira Camacho, 3° Chico Mendes, Colégio CEC.

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  4. Com toda a certeza, o Brasil tem se desenvolvido a cada ano mais. A queda da taxa de mortalidade infantil é um exemplo de como estamos chegando perto dos países desenvolvidos e também a mudança da pirâmide etária, que em 1960, a maior parte da população estava concentrada entre zero à 4 anos. Hoje, a maior parte da população está concentrada entre pessoas produtivas, ou seja, os jovens e adultos. O motivo para a taxa de mortalidade infantil ter abaixado de tal forma, é o investimento no Bolsa Família e no SUS, que tem proporcionado vacinação, assistência pré-natal e internamentos hospitalares. Desta forma, o país não pode parar, pois para chegar em um país desenvolvido, não basta apenas diminuir a mortalidade infantil. O Brasil precisa evoluir na educação das instituições públicas, que ainda hoje não possuem um investimento financeiro alto e equilibrar a saúde entre os estados. Ainda há uma grande diferença entre o Nordeste e o Sul, por exemplo. Ainda é preciso também evoluir a expectativa de vida.
    Sara Marques Barreto, 3º Chico Mendes, Colégio CEC

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  5. Os resultados obtidos na pesquisa feita pelo IBGE são animadores, mostrando que o país está avançando no quesito expectativa de vida, mas esta vitória ainda não nos deixa no mesmo patamar de nações desenvolvidas, como a China e Islândia, países com a menor taxa de mortalidade infantil. Entre as causas dessa evolução, a expansão da informação é de enorme importância. Hoje é mais fácil obter cuidados em uma gravidez de risco do que há três décadas, quando a comunicação entre regiões pobres e grandes centros ainda era rara e de difícil acesso. Ainda não se pode dizer que somos um país “classe A” em mortalidade infantil, mas deve-se afirmar que progredimos muito e a cada ano nossos índices se mostram mais favoráveis ao progresso e evolução. Para obtermos ainda melhores resultados, deve-se investir em saúde e condições de trabalho e ensino em localidades pobres do país, onde o acesso a cuidados não é compatível com um país de primeiro mundo. Carla Berti, 3º Chico Mendes, Colégio CEC.

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  6. O Brasil vem investindo cada vez mais em educação, cultura, esporte e principalmente saúde. Isso se deve a melhoria da situação social e econômica do país. Esse desenvolvimento ajuda a melhorar diversos dados estatísticos que indicam a situação da nação. Entre esses dados está a diminuição da taxa de mortalidade infantil, que reduziu mais de 70% em 30 anos, essa redução se dá pelo alto investimento em saúde, programas do governo como campanhas de vacinação, auxílio às grávidas no pré-natal e o SUS contribuíram para a redução dessa taxa. Isso contribuiu ao gerar um bônus demográfico, mas o país não tem grande aproveitamento disso. É importante ressaltara que o Brasil deve diminuir essa taxa ainda mais para alcançar a dos países mais desenvolvidos, com mais investimentos em saúde, principalmente. Há regiões em que é necessário mais atenção em relação a taxa de mortalidade infantil, como o Nordeste, embora houve uma redução muito grande, a taxa de mortalidade infantil da região é maior que a das outras.
    Outro índice que melhorou no Brasil nos últimos 30 anos foi a expectativa de vida, aumentando de 62,5 anos para 73,8 anos.

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  7. Ao longo dos anos, o Brasil vem investindo em saúde, cultura, esportes, etc. Devido a este fator o país esta colhendo o que plantou. Hoje em dia o governo brasileiro não tem sido honesto em partes na economia, obviamente continua contribuindo para a saúde, educação e outras áreas. Mas esta colocando a maior concentração da economia no esporte, por exemplo: A copa do mundo, as Olimpíadas, por causa disso o país entra em decadência em questão da saúde, educação, e etc. Por consequência, o que vem depois disso é a crise que estamos enfrentando. Paulo Ricardo Ferro, 3ºAno Chico Mendes, Colégio CEC

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  8. Essa boa noticia que o IBEG nos mostra, percebemos que em 30 anos teve uma redução do índice de mortalidade infantil de 70%. Pela qualidade de vida dos brasileiros terem melhorado muito, a expectativa de vida também melhorou. O motivo da taxa de mortalidade infantil ter baixado de tal forma, é as melhorias proporcionadas pelo aumento da renda familiar, na área da saúde, programas de atendimento pelo SUS, que por ser algo de cunho publico todos, mesmo os que não têm dinheiro pode usa-lo. É importante lembrar que para o Brasil alcançar os países desenvolvidos, deve ter uma diminuição ainda maior da taxa de mortalidade infantil. Para que os resultados do IBGE fossem melhores o Brasil deveria fazer algumas melhorias, tanto na área da saúde como na área da segurança. Gabriela Rossi Campos, 3ºAno Chico Mendes, Colégio CEC

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  9. Ainda não podemos ser comparados com países onde há uma baixíssima mortalidade infantil, mas aos poucos estamos os alcançando, nosso pais vem se desenvolvendo de uma maneira muito benéfica, tanto para a população, quanto para a economia, saúde e educação. A queda de 70% em 30 anos da mortalidade infantil no Brasil, informada pelo senso do IBGE em 2010, sem duvida foi resultado de muitos anos de investimentos e projetos, que aos poucos vem dando uma boa expectativa de viva ao povo brasileiro, tal diminuição que ocorreu devido a melhoria na saúde brasileira, a empregos gerados, e oportunidades de estudos, um bom e atencioso acompanhamento medico a gestantes, a planos de saúde, entre outros fatores, onde consequentemente de uma maneira ou outra te previne de um pais onde há muita violência e pobreza. Mas isso não é o suficiente, pois em estados mais pobres e com menores oportunidades e ruins condições hospitalares, ainda podemos ver uma elevada taxa de mortalidade infantil, tal fator que deve ser analisado por autoridades responsáveis pela qualidade de vida do povo brasileiro , e ver quais são as possibilidades de melhorarmos a cada dia mais nossas expectativa de vida, oferecendo um pais com qualidade as gerações futuras. Bianca Preciso Lima, 3º Chico Mendes, Colégio CEC.

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  10. A mortalidade no Brasil diminui ao longo dos últimos 30 anos, durante esse período teve uma redução de 70%. A taxa de mortalidade infantil melhorou pois teve um aumento da renda familiar, na área da saúde, o motivo pela queda foi o investimento no Bolsa Família e no SUS. Pela qualidade de vida dos brasileiros ter melhorado muito, a expectativa de vida melhorou também. É importante ressaltara que o Brasil deve diminuir essa taxa ainda mais para alcançar a dos países mais desenvolvidos. Para que o IBGE tivesse um resultado melhor, o Brasil precisaria melhorar algumas coisas na área da saúde. Ainda á uma grande diferença entre o Nordeste e o Sul, por exemplo. Ainda é preciso também evoluir a expectativa de vida.

    Jéssica F. Schneider

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  11. A diminuição da taxa de mortalidade no Brasil, deve se ao fato do rápido aumento da melhoria de vida dos brasileiros, aos avanços da Medicina, da tecnologia e ao incentivo e auxílio que o governo tem fornecido a todos que necessitam.
    Segundo os dados cedidos pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o Brasil ainda não está com seu nível de mortalidade baixíssimo, assim como os países desenvolvidos e de primeiro mundo, como o Chile por exemplo, mas os resultados obtidos no último censo, nos informa que tal taxa diminui bruscamente quando comparada aos resultados do censo anterior.
    A Pirâmide Etária do Brasil está se invertendo nos últimos anos, porém o país ainda precisa de muitas melhorias tais como na área de segurança, condições de vida e principalmente saúde e educação. Colocando todos os planos e projetos apresentados pelo governo em prática, para continuarmos assim no caminho para o desenvolvimento nacional.

    Marcos Domenech.
    3 ano Chico Mendes, Colégio Cec.

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  12. O Brasil apontou um acréscimo significativo em sua expectativa de vida. Grande parte oriunda da queda na taxa de mortalidade infantil, a qual decresceu 70% nas ultimas três décadas.
    Segundo pesquisas do IBGE o país ainda tem muito aonde melhorar, pois no ranking ocupou a 97º posição, atrás dos nossos vizinhos argentinos e chilenos, coisa que em alguns anos pode ser corrigida aumentando ainda mais a expectativa de vida da população, por meio de melhoras na saúde, segurança, qualificando a cada dia a qualidade de vida brasileira.
    Gabriel Neri de Souza , 3 ano Chico Mendes, Colégio Cec.

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  14. A notícia sobre a pesquisa do IBGE é ótima, realmente surpreendente. Mas, se analisarmos que o Brasil não gasta o montante que deveria ser dispensado à saúde e demais programas sociais - como é noticiado diariamente - muito do dinheiro gasto não chega ao cidadão que realmente precisa. Sendo investido em grandes construções (hospitais, postos de saúde, consultórios dentários) que ficam fechados, bem como, em equipamentos para postos de saúde e hospitais que não são utilizados. Se com o pouco atendimento e investimento que realmente chega a população, já tivemos tão grande avanço, se todo o dinheiro destinado a tais pontos fosse verdadeiramente aplicado, a mortalidade infantil reduziria drasticamente alcançando as taxas de países desenvolvidos, conjunto a isso teríamos o aumento da expectativa de vida, elevando o Brasil no ranking mundial. Heloisa Cizeski, 3 Chico Mendes, Colégio CEC.

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  15. O brasil conseguiu depois de muito tempo aumentar a sua expectativa de vida. Devido a fatores como a redução de mortalidade infantil, que em 30 anos diminuiu cerca de 70%.
    Mas o Brasil ainda tem muito a melhorar, pois como informa as pesquisas o nosso IBGE ocupa apenas a posição 97º do ranking, isso ocorre em partes porque o dinheiro que deveria ser redirecionado para saúde, educação, segurança, na verdade é muitas vezes 'surrupiado' e usado para outros fins, diminuindo assim a expectativa de vida do povo brasileiro.
    Abner Maia Albanez , Nº 01, 3ª Chico Mendes, Colégio CEC.

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  16. Mesmo estando no século XXI ainda nos preocupamos com a mortalidade infantil, mesmo com a redução de 70% nestes últimos 30 anos, o Brasil como mostra o gráfico com a pesquisa realizada em 2010, ocupa a 97º posição no ranking mundial com uma taxa de óbitos por nascimento de 16,74%. Os índices comparados ao longo dos anos são animadores, mas o Brasil necessita de muitas melhorias, principalmente quando nos referimos à óbitos por violência, que segundo a pesquisa do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,continua aumentando ao longo dos anos.
    São vários programas do Governo Federal para tentar somar os dados, visto que muitos estão ligados a saneamento básico, aleitamento maternos, programas de saúde, etc...

    Kawana Izeppi
    3 ano Chico Mendes, Colégio Cec.

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  17. O Brasil, como todos sabem, é só mais um país que através dos anos cresce cada vez mais, vem tentando mudar para melhor da ultima década para cá de uma maneira incrivelmente grande. Temos de exemplo tais avanços no Brasil, entre eles a redução da mortalidade infantil. Nós cidadãos brasileiros, temos que entender que ainda falta muito para o Brasil chegar próximo a um país desenvolvido, com problemas ainda existentes no saneamento básico, por exemplo. Não posso deixar de citar a contribuição do SUS e da Bolsa Família para com a melhoria na qualidade de vida do brasileiro. Tais programas governamentais, contam com a contribuição da economia brasileira que vem melhorando a cada dia. O objetivo desses programas governamentais, é garantir a todos os brasileiros, qualidade de vida desde o principio, estimulando suas competências e habilidades físicas, emocionais, cognitivas e sociais. Lucas Tinti Doneda, 3ºAno Chico Mendes, Colégio CEC

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  18. O Brasil vem avançando significativamente em relação à redução da mortalidade infantil. No entanto, ainda é preciso um grande esforço para chegarmos a patamares acessíveis em comparação à países desenvolvidos. A cada ano que passa, a Medicina nos surpreende com avanços em relação a prevenções e tratamentos contra infecções e doenças graves, tanto em bebês quanto nas mães. Entretanto, o saneamento básico em comunidades carentes ainda deixa a desejar. A redução da mortalidade infantil também está ligada ao aumento da renda familiar, aos investimentos no SUS e no Bolsa Família, proporcionando ao cidadão melhores condições e expectativas de vida, passando então de 62,5 anos para 73,8 anos a média de vida. Antigamente a mortalidade infantil estava relacionada, principalmente, à falta de prevenção e atendimento precoce às crianças; às complicações depois de tentativas de aborto que não deram certo; atendimento de pré-natal insuficiente; e também a falta da amamentação ou alguma outra coisa que substituísse o leite materno. Mas, graças aos programas do governo (SUS e Bolsa Família), ocorreram avanços em relação à esses quesitos. Hoje em dia, o Brasil possui a maior e mais complexa rede de bancos de leite materno, que é essencial para os recém-nascidos, pois além de garantir a proteção contra infecções, alergias e outras doenças, ele proporciona um desenvolvimento saudável para a criança. Outro fator determinante para a redução de óbitos infantis, foi diminuição da pobreza no País, já que para receber o benefício do Bolsa Família toda mulher gestante, deve realizar o pré-natal. Houve um grande avanço no País, mais ainda temos muito o que melhorar, não só na saúde, como em outros aspectos.

    Thaislaine, 3º Chico Mendes, Colégio CEC.

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  19. A pesquisa realizada pelo IBGE é animadora, essa queda de 70% da mortalidade infantil nos últimos 30 anos mostra que o Brasil vem melhorando em relação a saúde, devido a seus programas governamentais, tal como o SUS. Porém ficamos atrás se compararmos o Brasil (país com a maior economia Latino-americana) com Chile e Argentina (países Latino-americanos), isso devido ao mau uso do dinheiro público, que muitas vezes é usado para enriquecer políticos, ao invés, de ser usado para obras de caráter público ou melhorias em saúde e educação.
    Ainda é possível constatar uma grande diferença na expectativa de vida entre as regiões do país, nos polos mais desenvolvidos (Sul e Sudeste) a expectativa de vida é maior, chegando a 76 anos de vida, já em regiões menos desenvolvidas (Nordeste) a expectativa é menor, chegando a 68, gerando uma diferença de 8 anos na expectativa de vida, quando comparadas as duas regiões.
    Gustavo Jacomini 3° Chico Mendes, Colégio CEC

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  20. A redução da mortalidade infantil no país é, diretamente proporcional ás melhores condições de vida da nossa sociedade. Essa redução se deu ao fato dos investimentos em diversos programas governamentais, entre eles o SUS e o Bolsa família, que estão à disposição da sociedade mais carente, da qual necessita de mais ajuda e atenção. O objetivo desses programas é garantir aos brasileiros uma boa qualidade de vida desde seus primórdios, a partir de campanhas de vacinação, pré-natal, banco de leites, e não esquecendo também da melhoria no saneamento básico. O Ministério da Saúde tem perspectiva de ir muito além da sobrevivência, visando acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da criança, desde o parto, a educação, o desenvolvimento social, até o combate a fome. Ele pretende também acompanhar mulheres em situação de vulnerabilidade ou risco de vida. Em decorrência desses avanços, ocorreu o aumento na expectativa de vida, que teve uma evolução significativa de 11,3 anos. Mas não podemos nos contentar com isso, temos que continuar em busca de um país melhor, e quem sabe chegarmos ao patamar de um país desenvolvido, com melhores condições de vida, tanto na saúde, quanto na educação.

    Lucas Pacheco, 3º Chico Mendes, Colégio CEC

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  21. No Brasil,a redução da mortalidade infantil é consequência das melhorias que o pais vem recebendo,tanto na economia,educação e na melhoria da qualidade de vida.O governo,para atingir essa redução,utilizou dentre outras ferramentas,o programa Rede Cegonha,que atende mais de 4,7 mil municípios, oferecendo assistência às grávidas e aos bebês e foi um dos principais responsáveis pela conquista.No entanto,falta um longo caminho para chegarmos aos patamares de países como a China,Islândia,etc.Mas com os avanços que o Brasil vem passando e com mais investimentos nas áreas de saúde,educação,o Brasil poderá chegar ao mesmo nível de países desenvolvidos com altos níveis de expectativa de vida e baixa taxa de mortalidade infantil.
    Umberto G. de Carvalho,3º Chico Mendes, Colégio CEC

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  22. De acordo com os censos realizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre os anos de 1980 e 2010, houve uma redução de 75,8% na taxa de mortalidade infantil e uma elevação de 11,3 anos na expectativa de vida, a idade média dos brasileiros passou 62,5 anos para 73,8 anos. Essas melhorias estão relacionadas principalmente com os avanços da Medicina, com os programas governamentais como Bolsa Família, Sistema Único de Saúde (SUS). Mas para se aproximar dos países desenvolvidos o Brasil precisa reduzir bastante a taxa de mortalidade, portanto é necessário um investimento maior nos setores da saúde, educação e segurança.
    Karen Mika Sakai,3°Chico Mendes, Colégio CEC

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  23. Uma das razões que explicam esse resultado, está relacionado a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo, que está situada no Brasil. Outro fator que contribuiu para essa redução foi o grande investimento em programas governamentais, como SUS e o bolsa família, que proporcionam melhores melhores condições de vida e saúde para a sociedade. Devido a esses avanços, a população brasileira teve um aumento na sua expectativa de vida, aumento 11,3 anos em média. Esses programas governamentais oferecem vacinação, tratamento, internação, pré-natal e uma boa educação. O bolsa família é o intermédio para ter uma gestação de segurança, pois para que a mulher receber o bolsa família ela precisa fazer um pré-natal adequado.
    Gabriela Ramos Pedrão, 3º Chico Mendes, Colegio CEC

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  24. A materia apresentada acima, monstra a ascencão do Brasil. Por ser um pais que passou por dificuldades em seu passado, sua evolução se tornou algo tardio.
    Após anos e anos de declínio, enfim o pais comemora uma grande conquista, a queda na taxa de mortalidade infantil, e uma elevação na expectativa de vida dos brasileiros.
    Os investimentos que foram revertidos para a melhoria do pais começaram a surgir efeito, pode-se notar isto nos dados apresentados no texto, onde por exemplo houve uma elevação na expectativa de vida de 11,3 anos em media.
    O bolsa família, e um pré natal adequado, foram um dos principais programas criados pelo governo, que ajudaram para que a mortalidade infantil diminuísse. Porem, esse e apenas o começo de uma mudança, para que de fato se aja uma melhora em nosso pais e preciso um olhar mais critico e sincero dos governantes e população.

    Ana Laura Grecco Davanço
    3º ano - colégio CEC

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  25. Vários fatores contribuíram para a redução da taxa de mortalidade infantil, entre eles,devem ser citados: saneamento básico, os avanços na medicina,aleitamento materno, programas governamentais, etc. Além disso, observa-se que o país está em grande processo de desenvolvimento,favorecendo a melhoria da qualidade de vida brasileira em todas as faixas etárias. Entretanto, comparando o Brasil, com outros países desenvolvidos, aquele ainda se encontra em desvantagem, colocando em pauta que o país tem muito o que melhorar, principalmente, nas regiões do Norte que, segundo os dados do gráfico, contrastam com a taxa de mortalidade das regiões do Sul.
    Larissa Gabriella Magri, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC

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  27. A noticia é realmente entusiasmante, a redução da taxa de mortalidade infantil em mais de 70 % e o aumento da expectativa de vida da população brasileira nas ultimas três décadas vem mostrando a boa fase que há algum tempo já tem sido percebida na economia do país. O processo de alteração na pirâmide etária, que antes apresentava sua base larga e topo estreito e atualmente indica um maior índice de pessoas em idade produtiva, o chamado bônus demográfico, é um dos fatores responsáveis pelas melhorias que o país está vivenciando. E aliado a programas governamentais de auxilio a população de baixa renda como o Bolsa – Família – que inclusive funciona como incentivo ao pre- natal, uma vez que apenas mulheres que o fizeram, terão direito a receber o beneficio –, programas de saúde, como o SUS e de apoio as gestantes, como o Rede Cegonha, vem trazendo aos brasileiros uma melhora crescente na qualidade de vida. Porém, ainda estamos muito longe dos países desenvolvidos e ate mesmo de países com economia inferior a nossa, como é o caso dos nossos vizinhos Chile e Argentina. Inclusive dentro do território nacional é percebida uma clara diferença entre os estados, que chega a 8 anos se comparada as regiões sul e nordeste. Ainda falta muito para chegarmos a índices satisfatórios, mas estamos caminhando a passos largos rumo ao Desenvolvimento.
    Carolina Palhares Prizon, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC

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  28. Com a pesquisa realizada pelo IBGE, podemos concluir que nos últimos 30 anos o Brasil teve uma grande diminuição da taxa de mortalidade infantil por vários motivos dentre eles a melhoria na saúde, na segurança, no saneamento básico e a criação de programas de governo. Podemos observar também que a região que mais teve queda da taxa foi no Nordeste, mas ainda é a região com a maior mortalidade do país. Portanto, podemos melhorar ainda mais chegando a taxas de países desenvolvidos, mas precisamos da ajuda do governo que é uma das principais causas do Brasil ainda não ter chegado a esse nível.
    Erick Dairiku Narimatsu, 3° Chico Mendes, Colégio CEC

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  29. Apesar de a taxa de mortalidade infantil ter reduzido bastante, cerca de 70% em 30 anos, ainda temos muito a mudar para nos aproximarmos das regiões mais desenvolvidas. De maneira geral, a expectativa de vida do brasileiro aumentou cerca de 11 anos, com a média de vida passando de 62,5 para 73,8, de 1980 à 2010, aumentando assim a tábua de mortalidade (ou também tábua de vida) para 90 anos. A redução da taxa de mortalidade se deve a melhorias de saneamento básico, pré-natal e programas de ajuda a saúde da família, que são governamentais, como o Bolsa Família e o SUS, que ajudam aqueles que mais precisam.

    Mayara Bondezan, 3°ano Chico Mendes, Colegio CEC

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  30. O Brasil está classificado como um país em desenvolvimento, isso porque saiu do status de país subdesenvolvido e está a caminho do alto padrão de vida dos países desenvolvidos. Como exemplo disso podemos observar a mudança na pirâmide demográfica brasileira, que antes tinha uma base larga e topo estreito e agora a situação está se invertendo; queda de mais de 70% na taxa de mortalidade infantil observada durante os últimos 30 anos; e o constante aumento do IDH brasileiro pelos 20 passados anos. Contribuindo para que isso aconteça estão os programas governamentais tais como Bolsa Família, SUS, Escola para Todos, Jovem Aprendiz, etc.. O que ainda está segurando o Brasil para trás é a educação, que foi o quesito de classificação do IDH que teve um maior salto mas ainda assim é insuficiente para atender às necessidades da população jovem brasileira.
    João Paulo F. Vagetti, 3º Chico Mendes, Colégio CEC.

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  31. Brasil, mesmo com tantos fatos ruins acontecendo neste, sempre há uma luz no fim do túnel, no caso, uma notícia excelente como esta sobre a mortalidade infantil reduzida em nosso país. Estamos longe de sermos um país desenvolvido, seja em qualquer aspecto, pois quando o assunto é saúde e educação, não tem como haver comparação com países de grande porte. Afinal, as Revoluções Pacíficas, acontecidas em junho deste ano, buscando melhores condições de vida para a população, está começando a dar efeito. Pelo jeito, o desenvolvimento brasileiro vem com tudo, para futuramente fazer do Brasil uma grande potência.
    Carolina Aguiar de Moura, 3º Chico Mendes, Colégio CEC

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  33. A pesquisa realizada pelo IBGE mostrou uma melhora na qualidade de vida dos brasileiros nos últimos 30 anos, tendo como consequência a redução da mortalidade infantil em 70% e um aumento significativo na perspectiva de vida. O progresso é resultado de melhorias e investimentos nos serviços e programas públicos, abrangendo diversas áreas como segurança e saúde. O importante é que tal informação não crie uma ideia equivocada de que o desenvolvimento é sinal de que tudo está caminhando da forma certa e que não precisamos mais de grandes mudanças. Pelo contrário. O governo deve tomar os dados como um impulso para seguir investindo no país, que ainda encontra inúmeros entraves para chegar ao nível de lugares como a China. Vários estados brasileiros ainda são marcados pela pobreza, péssima saúde pública, educação precária e violência. As regiões distintas do país estão longe de alcançar o mesmo patamar de desenvolvimento. Prova clara disso é a diferença nas perspectivas de vida nos estados do Sul e Nordeste, que chega a ser de 15 anos. Apesar desses problemas, o Brasil tem um grande potencial para seguir evoluindo, basta que o dinheiro público seja investido de forma inteligente e eficaz.

    Maísa Rocha Nagao, 3º Chico Mendes, Colégio CEC

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  34. A partir da pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) percebe-se uma grande evolução em relação ao quesito ‘Mortalidade Infantil’ no Brasil nas últimas 3 décadas. Mesmo que ainda não possa compará-lo ao de um país desenvolvido, é visível que a situação brasileira melhorou com o passar do tempo, retirando o país do status de ‘um país subdesenvolvido’ e colocando-o no de um ‘país em desenvolvimento’.
    Como afirma Fernando Albuquerque, gerente do projeto da dinâmica demográfica do IBGE, melhorias nas condições de vida dos indivíduos, bem como saneamento básico, pré-natal e aleitamento materno, foram essenciais para que a taxa de mortalidade caísse bruscamente nesses 30 anos.
    Infelizmente, a situação nordestina e aquela em relação ao sexo masculino (expectativa de vida inferior a do sexo feminino) não mudaram significativamente. A violência continua sendo uma grande barreira para o aumento da expectativa de vida masculina. Mesmo assim, os índices/taxas foram superados.
    Acredita-se que, se a situação continuar deste modo, o Brasil poderá um dia ter status de ‘país desenvolvido’ em tal quesito.
    Ana Clara Correia Lima Simono, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  36. O fato de que a taxa de mortalidade infantil no Brasil tenha sofrido uma queda de mais de 70% em 30 anos foi uma grande melhoria no país. Assim como informa a matéria a cima, esse melhoramento foi por causa de tais fatores como os programas de transferência de renda, de saneamento básico, aleitamento materno, pré-natal, programa de saúde da família, etc. Mas mesmo assim, poderiam melhorar muito mais se não fossem outros fatores tais como a corrupção, a entrada de novos partidos que consequentemente trás o aumento da corrupção e entre outros. Para o Brasil se aproximar da realidade das regiões mais desenvolvidas, como diz Fernando Albuquerque, não só o país precisa mudar, o governo também, com menos corrupção e mais melhoras.

    Willian Hiroshi Simabukuro, 3°ano Chico Mendes, Colegio CEC

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  37. Estão ocorrendo diversos avanços no Brasil, entre eles a redução da mortalidade infantil. No entrando ainda temos muito o que melhorar para quem sabe chegarmos próximo à um País desenvolvido, mas para isso, o Brasil tem melhorar não só na saúde, como também na segurança e educação, que são quesitos primordiais para ter expectativas de vida.Existem programas governamentais que são capazes de auxiliar a mãe e o bebê desde o principio, como o SUS e o Bolsa família. Esses programas tem a função de dar uma boa qualidade de vida para as pessoas, visando garantir um pré-Natal com qualidade e fazendo campanhas de vacinações. Essa reduçao da mortalidade infantil também esta ligada à diminuição da pobreza, onde as famílias tem o direito do Bolsa família, e mais oportunidades de criar uma criança.
    Murillo Marques, 3ºano Chico Mendes, Colégio CEC

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  38. Os resultados obtidos na pesquisa feita pelo IBGE são equivalentemente bons, mostram que o país está melhorando no quesito Mortalidade Infantil, devido aos avanços da medicina, e apoio do governo com programas de saúde da família. Dados comprovaram que o Brasil evoluiu de uma taxa de 69,1% em 1980 para 16,7% em 2010, uma queda considerável de 75,8%. Mas, mesmo que a taxa de mortalidade entre 1980 e 2010 caiu em todos os grupos de idade, ainda precisamos diminuir muito para nos aproximarmos da realidade das regiões mais desenvolvidas, no Brasil, existem locais em pleno século 21 que a saúde publica é uma vergonha, tais quais como no Maranhão onde dados mostram que piorou nos últimos anos e tomou o lugar de Alagoas como Estado onde a expectativa de vida é menor, chegando ao extremo de comparar o tempo de vida entre uma mulher que vive em Santa Catarina e um homem que mora em Alagoas com uma diferença de 15 anos, são esses dados que precisamos mudar para nos tornarmos totalmente desenvolvidos. Apesar de ainda não sermos um país de primeiro mundo, deve-se afirmar que progredimos muito e a cada ano nossos índices se mostram mais favoráveis ao progresso e evolução. Para obtermos ainda melhores resultados, deve-se investir em saúde, com programas de transferência de renda, de saneamento básico, programa de saúde da família, que alcançam todas as partes do país, além do mais, informação é tudo, fornecer condições de trabalho e ensino em localidades pobres, onde o acesso é praticamente impossível, fara toda a diferença.
    Bárbara Padial, n:03, 3 ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  40. Em relação a notícia do IBGE, é realmente interessante a redução da taxa de mortalidade infantil no Brasil, que está diretamente ligada à melhoria da qualidade de vida no país. Os fatores que proporcionam essa melhoria são, por exemplo, os avanços na medicina e os auxílios governamentais, como a Bolsa Família, a Rede Cegonha e o SUS.E segundo as pesquisas do IBGE, a expectativa de vida no Brasil aumentou cerca de 11,3 anos. Entretanto, não foi o suficiente, se comparado aos países mais desenvolvidos do mundo. Há muitos aspectos que devem ser considerados, investindo em educação e saúde, principalmente.

    Lucas Ferreira C.F. Dias 3° Chico Mendes

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  41. Graças a melhorias que estão sendo investidas no Brasil, o grande resultado foi a queda da Mortalidade Infantil. Apesar de grandes mudanças e investimentos em programas públicos para melhoras saúde e segurança, precisamos de mais medidas eficazes para alcançar um pais desenvolvido. Com esse avanço, foi possível ver um grande resultado em vários estados, porem a situação continua a se agravar em outros, devido a falta de saneamento básico, falta de recursos médicos entre outros problemas.
    Mas, este é um grande começo para melhorar mais a expectativa dos brasileiros e a esperança de que este vire um pais melhor.
    Daniela Fernanda de Oliveira, 3ºano Chico Mendes, Colégio CEC

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  42. Observa-se que o Brasil vem melhorando os números quanto à mortalidade infantil, que teve redução de 75, 8% em três décadas. Este fator deve-se a melhoria na assistência e de orientação às grávidas, na assistência hospitalar aos recém-nascidos, saneamento básico (desencadeando a contaminação de alimentos e de água, resultando em outras doenças), além destas melhorias, o governo vem auxiliando com programas governamentais, tal como: a Rede Cegonha, que é um programa que visa garantir atendimento de qualidade a todas as brasileiras pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde a confirmação da gestação até os dois primeiros anos de vida do bebê. Entretanto, o Brasil ainda encontra-se muito longe dos países desenvolvidos; as menores taxas de mortalidade infantil são dos países desenvolvidos – Finlândia, Islândia, Japão, Noruega e Suécia (3 mortes a cada mil nascidos).
    Além disso, o país também teve uma melhora na expectativa de vida, que aumentou 11 anos. Este fator deixou a pirâmide etária com um novo formato, com a taxa de natalidade menor, ficou com sua base reduzida, porém com o seu topo maior, devido a maior esperança de vida dos brasileiros.
    Apesar destas melhorias o país ainda necessita de melhoria principalmente na saúde pública, quanto a hospitais e atendimento médico, que nota-se a falta diariamente. Além de saneamento básico e água tratada.
    Letícia Poli Grecco, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  43. Conforme a matéria acima, é possível identificar pontos positivos que dominam os negativos. Assim como o Brasil vem se desenvolvendo cada vez mais de década em década, vários projetos de melhorias em temas diferenciados acabam se embutindo nesses processos de desenvolvimento; tais como o saneamento básico, o pré-natal, programa de saúde da família entre outros benefícios. Com esses programas, a expectativa de vida no país cresce proporcionalmente e como consequência, a taxa de mortalidade do país diminui. Mas isso não é o suficiente para o Brasil se igualar aos países mais desenvolvidos, é preciso diminuir muito mais a taxa de mortalidade, segundo Fernando Albuquerque cujo este é gerente do projeto da dinâmica demográfica do IBGE. Um dos motivos para que essa taxa ainda é considerada um atraso para o crescimento significativo do país seria o grande número de óbitos devido a violência urbana que é cada vez mais constante e atinge maior número de homens do que de mulheres, que as tornam população principal no topo dos gráficos da faixa etária.
    Carolina G. Justo 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC

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  44. Com a pesquisa feita pelo IBGE, podemos ver que o Brasil andou se desenvolvendo muito de uns tempos pra cá. Houve a queda da mortalidade infantil em 70% por conta das melhorias que estão sendo realizadas no país, como os programas que são oferecidos pelo governo, ou seja, programas de transferência de renda, de saneamento básico, aleitamento materno, pré-natal, programa de saúde da família (SUS, bolsa família). Embora, melhorias ainda podem ser feitas no nosso país para que um dia possamos ficar próximos dos países desenvolvidos e assim ser destaque nesse quesito. Nos últimos 30 anos a expectativa de vida dos brasileiros aumentou em 11,3 anos, o que é ótimo, porém as mulheres ainda continuam vivendo mais que os homens, isso por conta da violência das regiōes urbanas. Os programas que são oferecidos pelo governo ajudou nosso país a progredir muito em questão a taxa de mortalidade infantil. Mesmo com tudo isso, nosso país ainda pode e precisa ter melhorias para evoluirmos cada vez mais. Para isso o governo deve investir mais em educação, saúde e trabalho. O Brasil pode ser melhor, e podemos ter a certeza disso graças a queda da taxa de mortalidade infantil.
    Lorena F. Bersani, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  45. O grande avanço do brasil se da pelos investimentos que estão sendo injetados para a melhoria da vida da população.
    Os indices apresentados acima, confirma esta grande conquista. A diminuição na taxa de mortalidade e um enorme passo que o brasil, assim como o aumento da expectativa de vida, essas metas alcançadas empurram este pais em direção ao futuro. Os projetos criados para facilitar a vida dos brasileiros foi um dos principais responsáveis por tais estatísticas. Porem de-se ainda investir muito em saúde educação para que nosso pais siga em direção á modernidade e ascensão.
    Guilherme Ardenghi
    3º ano- colégio CEC

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  46. Segundo a pesquisa feita pelo o IBGE, houve uma diminuiçao de mais de 70% na taxa de mortalidade infantil no Brasil, e com isso o a perspectiva de vida do pais é aumentada. Pode ser dar como exemplo as melhoria nos setores publico do pais, como a saude, mas isso não vem a dizer que ja esta tudo otimo, ainda ha muito que melhora para fazer. O governo esta si importando com melhorias no nosso pais, com criaçoes de projeto para ajudar a melhorar as expectativa de vida do brasileiro, com a intençao de um dia chega a nivel de um pais desenvolvido
    João Vitor Espolador - 3° ano, Colegio CEC

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  47. As estatísticas não mentem, o Brasil está caminhando para uma melhor qualidade de vida para toda a população. Esse fato se deve por vários incentivos relacionados às áreas de interesse público de baixa renda principalmente, como as diversas bolsas que o governo proporciona e o saneamento básico.
    Apesar do otimismo em relação aos dados do IBGE passados, o Brasil ainda continua atrás de muitos países de primeiro e segundo mundo estando na 92ª posição, indicando que ainda falta muito para sermos elevados a tais patamares. A melhor forma e a que menos há investimento é a educação que é primordial para qualquer país que quer crescer visando o futuro e para reduzir ainda mais os índices de mortalidade infantil.
    Renan F. T. Nabhan, 3º Ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  48. Segundo dados do IBGE o índice de mortalidade infantil caiu 75,8%, e a diferença entre as regiões também, melhorando assim o IDH do país. Essa queda só foi possível com o auxilio que o governo da para as famílias de baixa renda como a bolsa família, o saneamento básico, o acompanhamento de gestantes durante toda a gravidez, o SUS, entre outros; esses programa acabou não beneficiando só as crianças, mas todas as idades com o aumento na expectativa de vida. Com isso, é evidente que o Brasil está próximo de se tornar um país desenvolvido.
    Carolina P. Menarim, 3º ano Chico Mendes, Colégio CEC.

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  49. O Brasil a cada ano está evoluindo mais, mas ainda não podemos comparar com os países mais desenvolvidos, como podemos ver na notícia, não estamos muito longe, pois em 30 anos a redução no índice de mortalidade infantil foi de 70%. Essa melhora ocorreu pela boa qualidade der vida que os brasileiros estão levando. Segundo a pesquisa do IBGE o país ainda tem muito aonde melhorar, podemos ver que ainda à uma grande diferença na expectativa de vida entre os países vizinhos. Se o Brasil continuar com esses avanços e programas governamentais cada vez melhores, voltados sempre para a população, podemos sim avançar cada vez mais e chegar ao nível dos países desenvolvidos.
    Natália Martins Poncetti, 3°Chico Mendes, Colégio CEC.

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  50. Sabemos que nosso país ainda tem muito a melhorar, mas mesmo com isso, ele conseguiu dar um grande passo em relação a queda da taxa de mortalidade. Essa queda de 70% da mortalidade infantil, deve-se aos programas oferecidos pelo governo, tais quais o saneamento básico, o aleitamento materno, os programas de transferência de renda, o programa de saúde da família e o pré natal. Os mesmos contribuíram para pessoas de todas as idades e todos os grupos foram beneficiados. Hoje no Brasil, ainda temos alguns estados da região nordeste que não conseguiram esses benefícios, mas segundo o IBGE, atualmente a tábua de mortalidade passou de 80 para 90 anos, o que significa o resultado uma grande melhoria na qualidade de vida.

    Karina Zanzarini Dalarme, 3ºChico Mendes, ColégioCEC.

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  51. O Brasil tem progredido com a redução da taxa de mortalidade infantil, apesar dessa redução não ser suficiente para equivaler aos países desenvolvidos. A Região Nordeste se destaca por ter a maior taxa, mas esse número vem diminuindo com o passar dos anos.
    Contribuindo com a redução dessa taxa, tem-se o aumento da expectativa de vida dos brasileiros. O estado de Santa Catarina possui a maior expetativa, enquanto o Maranhão possui a menor. Outro fato importante é que as mulheres estão vivendo mais que os homens. Será uma questão de tempo para o Brasil se igualar aos países desenvolvidos?
    Victória Moura, 3° ano Chico Mendes, Colégio CEC

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  52. A redução da taxa de mortalidade infantilnos ultimos anos no Brasil é consequencia da melhoria do pais, social e economicamente. Os investimentos aumentaram principalmente na saúde. Campanhas de vacinação e um amplo sistema de saúde pública (SUS), além de programas de pré-natal contribuiram para essa queda da taxa de mortalidade infantil. Mesmo assim, ainda temos muito o que diminuir essa taxa para alcançarmos os países desenvolvidos. Embora há regiões em que essa taxa é pequena, há regiões em que ela é alta, provocando uma irregularidade.Com esse desenvolvimento, a expectativa de vida aumento muito nos últimos 30 anos, passando de 62,5 anos para 73,8 anos, os governos estaduais também influenciaram nesse aumento, como vimos que Santa Catarina agora é o estado com maior expectativa de vida do país passando o Rio Grande do Sul.

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