Oriente Médio Vida e Tesouros do Deserto

Desertos do Oriente Médio têm mosteiro histórico e oásis

O deserto da Judeia fica em uma reserva natural, onde cresce o trigo selvagem.
Para enfrentar a trilha, é melhor com tração nas quatro rodas ou montado em um burro, como fazem os beduínos, os nômades que criam cabras e ovelhas nas montanhas. No calor de mais de 35 ºC, os garotos vestem a kafia, o pano usado pelos árabes para cobrir a cabeça.
O guia do Jornal Hoje, Reuven, leva a equipe para conhecer o ponto mais alto, o monte Azazel, de onde é possível ver as águas do Mar Morto, o ponto mais baixo da superfície terrestre. Ele explica que nos últimos três mil anos o pequeno deserto serviu de refúgio e foi cenário de batalhas históricas. Agora, o deserto é usado para exercícios militares e por turistas que querem aventura.
Do alto do penhasco, é possível ver as águas do Rio Kidron, que abastece a cidade de Belém, e uma espetacular construção na encosta da montanha.
Durante muito tempo, o lugar era frequentado por eremitas, pessoas que se afastavam da civilização para viver no deserto, acreditando assim ficar mais perto de Deus. Ali foi construído, 1500 anos atrás, o mosteiro de Mar Saba, que pertence à igreja ortodoxa grega e que hoje é muito visitado por turistas.
Mar Saba é um dos mosteiros habitados há mais tempo no mundo. Na Idade Média, centenas de monges ocupavam as cavernas desse impressionante emaranhado de templos construídos na rocha.
Nabi Mussa é uma mesquita construída pelos muçulmanos no lugar onde o profeta Moisés teria sido enterrado.



Saindo do deserto da Judeia, é preciso seguir por mais de 100 quilômetros pela estrada para chegar ao Negev, um deserto oito vezes maior e também marcado por imensas montanhas e penhascos.
O manancial é conhecido como a fonte de Ein Akev, que representa a sobrevivência para animais que vivem no deserto. Lá, o verde contrasta com a paisagem árida e até a temperatura da água, gelada, é uma agradável surpresa para quem enfrenta o calor sufocante.
Moradores das redondezas aproveitam para dar um mergulho e o guarda ambiental reclama que muita gente deixa a sujeira para trás.
Desde o início dos tempos, o deserto foi habitado por nômades e povos que viviam da caça, da agricultura e do comércio. Na região, chove menos de 200 milímetros por ano.
O guia leva os turistas para conhecer um lugar essencial nessa história: um oásis. Reservas de água que ficam a poucos metros do solo garantem a intensidade do verde.
Na localidade de Ovdad, há um acampamento beduíno, onde vivem Id e sua família. Ele nos conta que os nômades já não têm mais autorização para circular livremente no deserto e hoje mantém residência fixa. A família tira o sustento da criação de animais e do turismo.
O Negev faz fronteira com o Mar Morto. Boiar na água salgada pode ser uma boa ideia depois de passar o dia no deserto. A turista americana diz que a lama tem propriedades regenerativas e, além de tudo, é divertido e relaxante.
Quando chega a noite, não existe lugar melhor que o deserto para observar a lua e a imensidão do céu.

Carlos de Lannoy Jerusalém
Fonte Jornal Hoje. 29.06.2012 

34 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. Uma das coisas interessantes, é a maneira que os Oasis se formam e sua importância, já que chovem apenas 200mm por ano nos desertos, essa água toda penetra na areia e desce ficado apenas em um local, onde forma uma vegetação e uma linda paisagem, assim contribuindo para os animais, e até mesmo para a economia por causa do turismo... Gostei da reportagem, bem pensado, parabéns... Lucas Maidl 9° AS

    ResponderExcluir
  4. Em geografia, um oásis é uma área isolada de vegetação em um deserto, tipicamente vizinho a uma nascente de água doce.
    O local de um oásis tem sido de importância crítica para rotas de comércio e caravanas nas áreas desérticas. Caravanas devem mudar de oásis de acordo com a necessidade de água ou comida. O controle político ou militar de um oásis significa em muitos casos controle do comércio ou de uma rota em particular. Por exemplo, os oásis de Awjila, Ghadames e Kufra, situados na Líbia, têm sido vitais para ambas as rotas Norte-Sul e Leste-Oeste e comércio no deserto do Saara.
    Parabéns pela reportagem, foi muito boa, para passarmos a aprender mais dos desertos do oriente médio! Rebeca Dantas 9 ano A.S.

    ResponderExcluir
  5. O que mais achei interessante foi que os Beduínos conseguem ter a sua fonte de renda mesmo em um lugar árido como o deserto da judeia. Alem disso o turismo, o que seria improvável de acontecer em um deserto, também rende lucros para as pessoas que usam dele para poder conhecer os oásis, onde eles moram,seus costumes e culturas que povo nômade do deserto praticam.
    gostei muito da reportagem !
    jonatan 9 ano A.S.

    ResponderExcluir
  6. Uma coisa interessante que achei no texto , foi quando o deserto com seu tempo foi habitado por nômades e o povo viviam so na caça , agricultura e comércio em uma região onde chove muito pouco no ano. Por fim outra coisa interessante no texto é que o controle político de oásis significa muitos casos com o controle do comercio ou de uma rota particular .
    Gostei muito da reportagem !
    Leandro Moro - 9 Ano AS

    ResponderExcluir
  7. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  8. Umas das coisas que mais achei interessante foi que os nômades conseguem ter um fonte de renda com o turismo no deserto, algo não muito provável de acontecer, e também a criação de animais é uma 2° fonte de renda para quem não pode mais transitar livremente como os nômades normais, por causa dos conflitos nesses locais.
    (Reportagem muito boa!)
    Gleyson Santos 9°ano AS

    ResponderExcluir
  9. Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a fato de que os nômades com o tempo não tinham mais a autorização para andar livremente no deserto,e também tiverem q manter uma residencia fixa,outra coisa que eu achei interessante foi o fato deles terem como renda o turismo e a agricultura,uma coisa que eu achava que não existia no deserto,onde e muito quente e não chove tanto .
    Reportagem ótima , adorei.
    Ana Luíza Martins 9°AS

    ResponderExcluir
  10. Me chamou atenção por ser um lugar de tao difícil acesso, mesmo assim muito visitado por turistas, onde temos pontos de grande valor histórico e maravilhas da natureza como o mar morto, o ponto mais baixo da superfície terrestre; o mosteiro de Mar Saba, um dos habitados há mais tempo no mundo; e a mesquita Nabi Mussa, construída pelos muçulmanos onde o profeta Moisés foi enterrado. Gostei muito da reportagem, um lugar onde adoraria conhecer!
    Amanda Artoni Martins, 9° ano A.S.

    ResponderExcluir
  11. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  12. Uma das coisa que eu achei interessante foi que os nômades conseguem viver no deserto com apenas 200 milímetros por ano e também como um dos locais com um difícil acesso é tão visitado pelos turistas e como isso é importante para a renda da população.
    Achei a reportagem muito boa.
    Vitor Hugo Jacomini, 9° ano A.S.

    ResponderExcluir
  13. Dentre varias coisas importantes o que eu achei o mais interessante foi a ideia de conseguir obter lucro com o turismo, em uma área de dificil acesso, outra coisa muito interessante é que lá chove apenas 200 mm por ano,Além disso os nomades conseguem viver lá por meios de acampamentos e dependendo do oásis isso é surpreendente , outro fator importante é que lá os eremitas construiram um mosteiro que serve também como atrativo para o turismo, ao mesmo tempo tem acampamentos de beduinos, e foi utilizados como refugios e aconteceram batalhas importantes nesse lugar.Sem duvidas esse local foi muito aproveitado.
    Reportagem muito boa e interessante.
    João Marcello, 9 ano AS

    ResponderExcluir
  14. Uma das coisas que eu achei mais interessante foi que mesmo um lugar praticamente sem possibilidades de sobrevivência e muito religioso e sempre foi frequentado por religiosos de todo o mundo.
    Reportagem muito boa.
    Matheus Vinicius de Oliveira Martins, 9 ano A.S

    ResponderExcluir
  15. Uma das coisa que mais achei interessante foi de como os nômades conseguem viver com apenas 200 mm de chuva por ano. Também de como os nômades obtém lucro com uma área de muitos turistas e de difícil acesso, ainda com uma segunda fonte de renda,os animais.

    Reportagem muito boa e interessante.
    Edson Vitor 9° AS

    ResponderExcluir
  16. O que achei mais interessante foi os nômades conseguirem sobreviver no deserto através do turismo por ser uma região com clima árido e semiárido e atraiu muitos turistas por seus pontos turísticos e a natureza sempre nos surpreendendo.Apenas uma chuva no ano e a areia do deserto acaba filtrando a água e cai num lugar deixando a vida em um lugar espetacular.
    Maria Eduarda Longo Santana,9°A.S.

    ResponderExcluir
  17. Uma das coisas que achei legal foi que os nômades que viviam de caça ,agricultura e comercio acabaram sendo proibido a andar pelo deserto e também o deserto por ser um lugar seco, quente e que chove muito pouco no ano e muito visitado por turistas por suas maravilhas como o mar morto.
    Caroline Boiko,9°AS

    ResponderExcluir
  18. Eu gostei muito da reportagem, mas o que mais me chamou a atenção é que um deserto que serviu de refugiu e foi cenário de batalhas de guerra, agora é um lugar visitado por turistas e usado para exercícios militares. Outra coisa muito legal é as moradias dos eremitas e modo como eles devem viver com aquele clima árido. Nunca imaginei que existiria um deserto como esse pois, eu imaginava um local seco sem população e vegetação alguma.
    Carolina Brun Ferrarini, 9°ano A.S

    ResponderExcluir
  19. Observando o relato sobre o deserto da Judeia, vimos que apesar do calor de mais de 35 ºC, bebuínos e os nômades criam animais como, cabra e ovelhas nas montanhas, assim garantindo sua sobrevivência. Além disso, desfrutam das belas paisagens como fonte de turismo, um cenário que já foi utilizado para batalhas e, hoje garantem seu sustento. Muito interessante também, é o Mar Saba um dos mosteiros habitados a mais tempo no mundo.
    Já no deserto de Negev, fiquei impressionada ao saber que existe um oásis com água gelada e que garante a agricultura, a caça e o verde da região. Eles também fazem o uso do turismo, onde podemos destacar o banho de lama com suas propriedades regenerativas, o banho na água salgada que pode ser muito relaxante, e além disso também possui lindas vistas, como por exemplo, o Mar Morto.
    Realmente é uma reportagem muito interessante, na qual eu aprendi muito.
    Maria Eduarda Baraviera Silva, 9º ano AS.

    ResponderExcluir
  20. Uma das coisas mais interessantes e o fato de que os nômades, povo que sempre andaram livremente no deserto nos dias atuais não podem mais ir a procura de melhores pastos ou fontes de água para seu animais, mas são obrigados a ficar constantemente em apenas uma região e viver da criação de animais e do turismo.
    Outra coisa interessante é o mar morto que possui esse nome por causa de sua alta taxa de sal que não permite a vida de animais, e por causa de sua densidade as pessoas conseguem boiar com maior facilidade.Reportagem interessante.
    Nelson Cenzollo Junior

    ResponderExcluir
  21. Gostei muito da reportagem, mas o que eu mais achei interessante foi que, o deserto da Judeia já foi cenário de batalhas históricas, mas hoje em dia o lugar serve para exercícios militares, ao mesmo tempo que pessoas se afastavam da civilização para viver lá, aonde acreditavam ficar mais próximas de Deus.
    Renata Maricato,9° A.S.

    ResponderExcluir
  22. Entre todos os fatores presentes na matéria o que eu mais achei interessante foi a forma de que as famílias tiram o seu sustendo, além da criação de animais utilizam-se do turismo como forma de renda. O turismo é feito em um lugar improvável para o ver de muitos, o que o torna interessante. O oásis torna o lugar agradável, e é surpreendente como chove pouco lá ( 200mm por ano ) e há esta abundância de áreas verdes. É legal ver que neste lugar já houveram importantes batalhas. Parabéns pela reportagem.
    Thiago M.B, 9 ano A.S.

    ResponderExcluir
  23. O que achei mais interessante da reportagem, foi o fato de existir moradores no deserto, como id e sua família que moram no meio do deserto por não terem autorização para circular livremente pelo deserto e que vivem da criação de animais e do turismo.. Achei interessante também ter turismo nessa região de difícil acesso, porem, é esse difícil acesso que faz o passeio mais interessante. Gostei muito da reportagem, parabéns.
    Gabriela Testa, 9º A.S

    ResponderExcluir
  24. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  25. Uma das coisas que mais me interessou na reportagem foi que os Oasis se criam em um clima seco em que se chove entorno de 200mm por ano apenas. É um lugar de difícil acesso, mais isto não impede uma enorme quantidade de turistas que visitam o lugar. Mesmo sendo um lugar seco, de entorno 35°C os nômades e bebuínos criam suas ovelhas e cabras para sua própria sobrevivência. Antigamente um lugar onde ocorreu várias batalhas históricas hoje serve para muitas utilidades. Ótima reportagem.
    Ana Eliza Comar. 9° A.S.

    ResponderExcluir
  26. O que achei mais interessante foi os nômades conseguirem sobreviver no deserto , porque la chove muito pouco 200 ml por ano.Eu também achei muito interessante a forma que eles vivem e sobrevivem num lugar tao deserto e isolado ,diferente também e a forma que eles tem uma boa quantidade de turismo pois querendo ou não estão no meio do deserto , mais por ser tao longe e de difícil acesso os passeios se tornam mais belos e divertidos.
    Adooooooooooooorei :) Muito bom
    Nicoly Veiga Guimarães 9ºAS

    ResponderExcluir
  27. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  28. Como muitos de nós pensamos, viver num deserto pode ser impossível. Mas o ser humano aproveita tudo que tem ao seu alcance. O povo do deserto se beneficia através das maravilhas que a natureza produz naquele local. Observado, o turismo; as visitas aos mosteiros, os passeios radicais nas dunas, a formação de oásis em meio à área seca com pouca precipitação; tudo isso gera renda à população. Porém, o mal uso do que se tem "em mãos" traz consequências; como o fato explicado em aula, dos nômades não poderem mais transitar livremente devido aos confrontos entre países vizinhos. Há também a poluição deixada pelos turistas nos oásis e a quase extinção do caprino, questões estas que podem trazer danos futuros. Deve existir um equilíbrio entre o homem e o meio ambiente para que possa haver benefícios à ambos.

    ResponderExcluir
  29. O fato de lá fazer muito calor com mais de 35 ºC é muito interessante e ainda mesmo assim com todo esse calor as pessoas conseguem sobreviver lá, com menos 200 ml de chuva por ano. A grande parte deles vivem do turismo, uma parte de grande renda dos nômades, com lugares históricos, campos que já foram de batalha e refúgios, hoje um bom lugar para se visitar, uma bela vista do mar morto e os turistas assim já aproveitando para poiar nele. E conhecer também os Oasis grandes reservas de água que permite a intensividade do verde. Mas, infelizmente hoje em dia os nômades não podem mais andar pelo deserto, tendo assim de ter sua casa fixa. Gostei dessa reportagem, aprendi muito com isso que pode sobreviver em um deserto da Judeia. Natália Fabrão Zaramello, 9ºAS

    ResponderExcluir
  30. O que mais achei interessante foi que os nômades viviam no deserto a séculos e o governo simplesmente proibiu,e agora os nômades tende de viver com o turismo e a criação de ovinos e caprinos.
    Igor Gomes 9°A.S

    ResponderExcluir
  31. Em virtude dos fatos mencionados acima podemos dizer que é impressionante a capacidade dos nômades de viverem em um deserto. Mas o que mais m chamou a atenção é o fato do deserto ter montanhas verdes onde os animais pastam, que contrasta com os locais mais áridos de temperaturas elevadas, e oásis de águas geladas o que é muito agradável para quem enfrenta o calor. Também me impressionou a construção milenar do mosteiro de Mar Saba e dos templos que são construídos nas rochas. Além disso, achei interessante o deserto ter se tornado um local turístico.
    Carlina Barranco 9º O.C. Nº 05

    ResponderExcluir