Crise nos EUA, levam pessoas a mudaram-se para barracas

A crise econômica que atinge os Estados Unidos há anos fez eclodir centenas de "tent cities"--espécie de favelas com barracas-- pelo país. A repórter especial Patricia Campos Mello visitou Lakewood. Localizado a pouco menos de 80 quilômetros da Quinta Avenida em Nova York, o bosque abriga um grupo de 90 desempregados.
Fonte: TV Folha 04.11.2012

Chineses miram carências no mercado elétrico brasileiro

A maior companhia do setor elétrico do mundo, a chinesa State Grid, está de olho na linha de transmissão que conectará a usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), ao mercado paulista.
Fonte:TV Folha - 11/11/2012

Eclispe Solar

Dezenas de milhares de turistas e astrônomos se dirigiram na manhã desta quarta-feira a Queensland, no nordeste da Austrália, para observar um eclipse total do sol.

Foi o primeiro fenômeno do tipo visível na região em mais de 1.300 anos, segundo cientistas.
O eclipse, que ocorre quando a lua passa entre a Terra e o sol, deixou partes da região no escuro por pouco menos de 3 minutos.
O próximo eclipse total do sol acontecerá somente em março de 2015, e poderá ser visível no Atlântico Norte.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/11/121114_eclipse_australia_video_rw.shtml

Brasil superará Iraque na produção de petróleo

 Campo de petróleo nos EUA Brasil tem 'perspectivas brilhantes', e EUA se tornarão autossuficientes, segundo relatório O Brasil deve se tornar o país que terá o mais rápido crescimento na produção de petróleo fora do Oriente Médio nas próximas duas décadas, afirma um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), com sede em Paris. 
 Campo de petróleo nos EUA
De acordo com a agência, a produção diária de petróleo no Brasil vai crescer 3,5 milhões de barris até 2035, a segunda melhor performance mundial, atrás apenas do Iraque, cujo volume deve aumentar em 5,6 milhões de barris por dia no período, atingindo 8,3 milhões de barris diários. Notícias relacionadas Saiba como outros países empregam o dinheiro do petróleo Descoberta de petróleo pode mudar destino da Irlanda Euforia do pré-sal 'sucumbe à realidade', diz 'Wall Street Journal' Tópicos relacionados Economia, Brasil Segundo o estudo "Perspectivas da Energia Mundial 2012", a produção brasileira diária de petróleo, que foi de 2,2 milhões de barris em 2011, deverá atingir 4 milhões de barris por dia em 2020 e continuar aumentando até atingir 5,7 milhões de barris diários em 2035. O desempenho previsto do Brasil é o melhor entre os países que não integram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). De acordo com a AIE, que afirma ter previsões "mais conservadoras" do que a Petrobras, a produção brasileira de petróleo deverá, em 2035, representar mais do que o dobro da mexicana, estimada em 2,6 milhões de barris diários nesse período, prevê a AIE. A agência afirma que, graças às descobertas das reservas do pré-sal, a produção de petróleo no Brasil subirá consideravelmente, sobretudo a partir da segunda metade desta década. "Nos próximos dez anos, os Estados Unidos não precisarão mais importar petróleo do Oriente Médio. Essa realidade terá consequências que vão ultrapassar amplamente o mercado de energia e que serão também geoestratégicas" Fatih Birol, economista-chefe da AIE "O Brasil oferece brilhantes perspectivas para a produção de petróleo fora da OPEP. Os campos do pré-sal devem guiar a maior parte do crescimento da produção brasileira", diz o estudo, que destaca as perspectivas do desempenho do país em um quadro intitulado "Boom de petróleo no Brasil ganha ritmo". EUA maior produtor mundial O estudo da AIE também afirma que os Estados Unidos deverão se tornar o maior produtor mundial de petróleo até 2017, ultrapassando a Arábia Saudita até meados da década de 2020, graças à exploração crescente de petróleo e gás de xisto e também do chamado "petróleo leve" (light tight oil). Atualmente, os Estados Unidos produzem 10,9 milhões de barris diários de petróleo. A Arábia Saudita produz 11,6 milhões de barris/dia, segundo a AIE. Os Estados Unidos, que importam 20% de suas necessidades energéticas, deverão se tornar quase autossuficientes em 2035. O país se tornará exportador líquido de petróleo (exportações superiores às importações) em cerca de 2030, prevê a agência. "Nos próximos dez anos, os Estados Unidos não precisarão mais importar petróleo do Oriente Médio. Essa realidade terá consequências que vão ultrapassar amplamente o mercado de energia e que serão também geoestratégicas", disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE em uma entrevista ao jornal Le Monde. Aumento da demanda A demanda mundial de energia vai crescer em mais de um terço até 2035, prevê a AIE. A China, a Índia, o Brasil e países do Oriente Médio representam 60% do aumento global da demanda. Na China, o consumo de energia crescerá 60% entre 2010 e 2035, afirma o estudo. No Brasil, o aumento estimado pela AIE é de 69% nesse período. A AIE prevê que a demanda mundial de petróleo, de 87,4 milhões de barris diários em 2011, deverá atingir 99,7 milhões de barris/dia em 2035, uma expansão de 14% no período. "O crescimento do consumo de petróleo nos países emergentes, particularmente o ligado aos transportes na China, na Índia e no Oriente Médio, vai mais do que compensar a redução da demanda nos países ricos, fazendo aumentar claramente o uso do petróleo", diz o relatório. Os transportes, afirma a agência, já representam mais da metade do consumo mundial de petróleo. 

Como a China é governada

Explicar como a China é governada não é exatamente uma tarefa simples já que as regras que estão no papel nem sempre são colocadas em prática.



o partido comunista
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/11/121108_china_governanca_mm.shtml

Megaextinção há 250 milhões de anos, pode ter sido causada pelo aquecimento global

Um surto de efeito estufa há 250 milhões de anos foi uma das principais causas do evento de extinção de espécies mais catastrófico da história do planeta, sugere um novo estudo.
Analisando o peso atômico do oxigênio contido em fósseis da época, cientistas calcularam que a temperatura média anual de águas equatoriais chegou a um pico de 40°C, tornando a vida impraticável na maior parte das áreas tropicais.
O trabalho, publicado na edição desta semana da revista "Science", oferece pela primeira vez evidências de que o calor contribuiu diretamente para extinção, e não era apenas um coadjuvante de outros fatores, como a falta de oxigênio na água ou a deterioração da camada de ozônio.

Dmitry Bogdanov/Creative Commons
Concepção artística de listrossauro, um dos poucos animais sobreviventes da Grande Extinção
Concepção artística de listrossauro, um dos poucos animais sobreviventes da Grande Extinção

Todos esses problemas geológicos que criaram dificuldades para seres vivos na época estão ligados a um período extremamente intenso de atividade vulcânica na Sibéria. Numa escala de um a dez anos, a poeira de vulcões faz a terra resfriar. Mas, no longo prazo, o gás carbônico emitido via erupções faz o planeta se aquecer.
É o que foi verificado na transição do período Permiano para o Triássico, estudado pelos pesquisadores, quando o planeta perdeu 96% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres.
Segundo os cientistas, o problema do efeito estufa acentuado não apenas esteve envolvido na extinção desenfreada como também atrasou a recuperação da biodiversidade e o repovoamento dos trópicos.
"Quando se olha para a extinção em si, ela está ligada a atividades vulcânicas. Mas, depois do início da extinção, o aquecimento começou a dominar a tendência", disse à Folha Paul Wignall, da Universidade de Leeds (Reino Unido), um dos autores do trabalho. "O problema que aconteceu depois é que o planeta perdeu uma das maneiras que possuia para tirar o gás carbônico da atmosfera: as plantas."
Não há medidas diretas sobre áreas terrestres, mas os cientistas estimam que o pico de temperatura pode ter chegado a 60°C em algumas regiões. O estudo estima que, de 252 milhões a 247 milhões de anos antes do presente, não havia praticamente nenhum vertebrado terrestre vivendo numa faixa de latitude que vai do Uruguai aos Estados Unidos.
Os animais que sobreviveram, por sua vez, encolheram de tamanho para se adaptar a temperaturas mais altas. Segundo o pesquisador, todas essas são coisas que devem ocorrer com o aquecimento global atual, em grau menor.
"Estamos mostrando o quanto um aquecimento global pode ser ruim", afirma Wignall. "Não acho que veremos algo nesse nível em nosso futuro próximo; certamente não nos próximos cem anos."
Segundo o cientista, as temperaturas do fim do Permiano subiram até os níveis registrados em algumas poucas centenas de milhares de anos, o que é bastante rápido em termos geológicos. "Hoje, porém, o que vemos acontecer é equivalente a uma subida de temperatura instantânea", diz. 

ONU: quase 870 milhões de pessoas passam fome no mundo

Pelo relatório, 852 milhões de pessoas subnutridas estão em países em desenvolvimento, representando 15% da população

por Renata Giraldi, da Agência Brasil Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE
Divulgação
Alimentos expostos no Melbourne Food and Wine Festival, festival gastronômico que ocorre há 19 anos no mês de março
De acordo com o estudo, o impacto dos preços internacionais dos alimentos nos mercados domésticos foi menos acentuado do que o previsto inicialmente
No mundo, há aproximadamente 870 milhões de pessoas que sofrem de subnutrição, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A média de de subnutridos representa 12,5% da população mundial. Mas os percentuais aumentam para 23,2% nos países em desenvolvimento e caem para 14,9% nas nações desenvolvidas.
Os dados estão no relatório denominado Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012 (cuja sigla em inglês é Sofi), divulgado nesta terça-feira (9), em Roma, na Itália, e se refere ao período de 2010 a 2012. A Ásia é o continente que lidera em número a quantidade de pessoas subnutridas, e há um aumento na África.
Pelo relatório, 852 milhões de pessoas subnutridas estão em países em desenvolvimento, representando 15% da população. Mas há cerca de 16 milhões de pessoas que vivem em países desenvolvidos. No entanto, o documento avalia que houve melhoras nos números em comparação a dados das últimas duas décadas.
O relatório é uma publicação conjunta da FAO, do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida) e do Programa Mundial de Alimentos (PMA). Segundo o documento, o número total de pessoas que passam fome caiu em 132 milhões comparando os períodos de 1990 a 1992 e 2010 a 2012.
A América Latina e o Caribe apresentaram progressos, segundo o estudo, mas ainda registram 49 milhões de pessoas com fome. No período de 1990 a 1992, eram 65 milhões de subnutridos. Os dados mostram queda 14,6% para 8,3%.
O diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano, alertou que é “inaceitável” o número de subnutridos no mundo, considerando os avanços tecnológicos conquistados pela humanidade. Graziano acrescentou que mais de 100 milhões de crianças com menos de 5 anos estão abaixo do peso. Segundo ele, a desnutrição infantil é responsável por mais de 2,5 milhões de crianças mortas por ano.
A crise econômica internacional e seus impactos ainda não causaram efeitos expressivos nas economias em desenvolvido, segundo o relatório. De acordo com o estudo, o impacto dos preços internacionais dos alimentos nos mercados domésticos foi menos acentuado do que o previsto inicialmente.
A tendência de redução no número de subnutridos, segundo o relatório, deve ser mantida até 2015. A meta das Nações Unidas é que a média mundial alcance 11,6%, dentro de três anos, referindo-se aos subnutridos.
No relatório, a sugestão é para os líderes políticos estimularem a agricultura. Segundo o documento, não há desenvolvimento global é necessária enquanto existe fomento mundo. “O crescimento agrícola é particularmente eficaz na redução da fome e desnutrição em países pobres”, diz o relatório.
O documento recomenda também que as políticas públicas garantam maior proteção social. O relatório menciona como alternativas programas de transferência de dinheiro, alimentação e garantias de seguro de saúde. A proteção social, segundo o relatório, pode melhorar a nutrição das crianças.
Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/onu-quase-870-milhoes-de-pessoas-passam-fome-no-mundo-noticias (em 14.10.2012)

População brasileira chegará a 208 milhões em 2030

A força de trabalho deve chegar a 156 milhões de pessoas

por Isabela Vieira, da Agência Brasil Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE
Bebê sendo amamentado com leite materno
Entre 2030 e 2040, a taxa de natalidade deve se aproximar dos números japoneses: um filho por mulher
A população brasileira chegará a 208 milhões em 2030, segundo cálculo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). A previsão está do boletim Tendências Demográficas Apontadas pela Pnad 2011, divulgado nesta quinta-feira (11).
Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil atingirá a maior população em 2030, quando a força de trabalho deve chegar a 156 milhões de pessoas. Hoje, os brasileiros somam 190 milhões.
Nos anos seguintes, é esperada uma queda progressiva do número de brasileiros, que somarão 205,6 milhões em 2040. Neste ano, 152 milhões serão trabalhadores.
A pesquisadora Ana Amélia Camarano explica que o resultado reflete o envelhecimento da população e a taxa de fecundidade nas últimas décadas, que começou a cair na década de 1990. Em 1950, a taxa era de 6,2 filhos. Hoje, o número de filhos por mulher é 1,7.
“Nossa projeção vem caindo e, entre 2030 e 2040, deve se aproximar da taxa do Japão, que é um filho por mulher, abaixo do nível de reposição da população”, afirmou Ana Amélia. Segundo ela, a fecundidade tem espaço para cair entre as mulheres pobres e nas regiões no Norte e Nordeste, onde o número de filhos está em torno de dois.
Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/populacao-brasileira-chegara-a-208-milhoes-em-2030-noticias (Em 14.10.2012)

Clima seco - o que isso significa?

 
De acordo com o Inmet, a umidade ainda pode diminuir nas próximas horas. Neste ano, o recorde anterior registrado pelo instituto ocorreu em 29 de julho, quando a umidade chegou a 20%.
A capital paulista não tem registro de chuvas significativas há 34 dias. A previsão aponta que nos próximos dias a massa de ar seco e quente continua atuando sobre todo Estado.
O instituto afirma que rntre o leste e nordeste do Estado há uma coluna de ar seco, de baixos a altos níveis da atmosfera, e à medida que o ar aquece durante o dia formam-se correntes ascendentes e descendentes, que trazem o ar seco do alto da atmosfera.
A crescente urbanização e a retirada das áreas verdes da cidade --uma importante fonte de vapor d'água-- também são fatores que acentuam os mínimos de umidade.
RECOMENDAÇÕES
 
Segundo estudo da Unicamp, índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% caracterizam estado de atenção; de 19% a 12%, estado de alerta; e abaixo de 12%, estado de emergência.
Como consequência do tempo seco, algumas pessoas podem sofrer ressecamento de mucosas do nariz e da garganta, sangramento no nariz, ter tosse, dificuldade para respirar, rinite e crises de asma e irritação dos olhos por ressecamento, com vermelhidão e sensação de areia nos olhos, entre outros sintomas.
Com umidade abaixo dos 12%, a Defesa Civil municipal determina a interrupção de qualquer atividade ao ar livre das 10h às 16h, assim como de atividades que exijam aglomerações de pessoas em locais fechados, como aulas e cinemas.
O órgão recomenda umidificar os ambientes internos, principalmente quartos de crianças e hospitais, por meio de vaporizadores, toalhas molhadas ou recipientes com água, além de intensificar o consumo de água. 
Fonte: Folha.com.br (22.08.2012 - Cotidiano)